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Internet das coisas promete revolucionar tratamentos médicos

“Utilizar dados para chegar a causa raiz da doença é o principal avanço que podemos ter para tentar prevenir doenças”, diz professor da FIAP, Michel Fernandes
post 03122014
Com a Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) tornando-se forte realidade no cotidiano das pessoas, aplicações e dispositivos têm sido criados para os mais variados tipos de segmentos. O professor de pós-graduação da FIAP, Michel Fernandes, abordou durante a palestra “eHealth e Internet das Coisas”, realizada no IT Forum Expo/Black Hat, as principais tendências tecnológicas do conceito aplicadas à área da saúde.
Segundo o executivo, o conceito de eHealth engloba qualquer aplicação de internet que, utilizada em conjunto com outras tecnologias de informação, foca na melhoria do acesso, eficiência e qualidade dos processos clínicos e assistenciais em toda a cadeia de atendimento à saúde.
Dados do instituto de pesquisas Gartner apontam que o segmento possui um amplo espaço para ações e produtos inovadores. Porém, segundo Fernandes, os médicos possuem uma resistência grande em adotar medidas inovadoras. “É preciso mostrar para os médicos que essas novas tecnologias estão mudando a vida das pessoas.”
De acordo com o executivo, o sistema utilizado atualmente está obsoleto, e é necessária uma proposta de disrupção para adequar os tratamentos tradicionais às novas tecnologias que surgem para facilitar diagnósticos e tratamentos. “Podemos usar como exemplo o estetoscópio. Todos os médicos utilizam um, mas não seria mais fácil usar um medidor eletrônico que já apresente imediatamente informações sobre oxigenação do sangue, batimentos cardíacos e pressão tudo em um único lugar? Se tempo é dinheiro, o que é o tempo para uma pessoa? Vida!”, reflete.
Segundo Fernandes, diversos dispositivos já realizam monitoramento constante de questões relacionadas à saúde dos usuários, possibilitando inclusive o envio desses dados por meio da nuvem. O professor relata que a medida é importante por facilitar o atendimento do paciente, que pode enviar os dados para o médico avaliar sem que ele precise ir ao consultório ou ao hospital. Além disso, é possível que o médico mantenha um controle mais rígido sobre os tratamentos passados, visto que ele poderá visualizar as informações necessárias a qualquer instante, bastando apenas acessar o prontuário eletrônico de cada paciente.
O executivo conclui citando a importância dos processos de Big Data e analytics para que essas tendências realmente tornem-se realidade. “Utilizar dados para chegar a causa raiz da doença é o principal avanço que podemos ter para tentar prevenir doenças”, finaliza.
Internet das coisas promete revolucionar tratamentos médicos
Fonte: saudebusiness365.com.br

“Utilizar dados para chegar a causa raiz da doença é o principal avanço que podemos ter para tentar prevenir doenças”, diz professor da FIAP, Michel Fernandes

post 03122014

Com a Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) tornando-se forte realidade no cotidiano das pessoas, aplicações e dispositivos têm sido criados para os mais variados tipos de segmentos. O professor de pós-graduação da FIAP, Michel Fernandes, abordou durante a palestra “eHealth e Internet das Coisas”, realizada no IT Forum Expo/Black Hat, as principais tendências tecnológicas do conceito aplicadas à área da saúde.

Segundo o executivo, o conceito de eHealth engloba qualquer aplicação de internet que, utilizada em conjunto com outras tecnologias de informação, foca na melhoria do acesso, eficiência e qualidade dos processos clínicos e assistenciais em toda a cadeia de atendimento à saúde.

Dados do instituto de pesquisas Gartner apontam que o segmento possui um amplo espaço para ações e produtos inovadores. Porém, segundo Fernandes, os médicos possuem uma resistência grande em adotar medidas inovadoras. “É preciso mostrar para os médicos que essas novas tecnologias estão mudando a vida das pessoas.”

De acordo com o executivo, o sistema utilizado atualmente está obsoleto, e é necessária uma proposta de disrupção para adequar os tratamentos tradicionais às novas tecnologias que surgem para facilitar diagnósticos e tratamentos. “Podemos usar como exemplo o estetoscópio. Todos os médicos utilizam um, mas não seria mais fácil usar um medidor eletrônico que já apresente imediatamente informações sobre oxigenação do sangue, batimentos cardíacos e pressão tudo em um único lugar? Se tempo é dinheiro, o que é o tempo para uma pessoa? Vida!”, reflete.

Segundo Fernandes, diversos dispositivos já realizam monitoramento constante de questões relacionadas à saúde dos usuários, possibilitando inclusive o envio desses dados por meio da nuvem. O professor relata que a medida é importante por facilitar o atendimento do paciente, que pode enviar os dados para o médico avaliar sem que ele precise ir ao consultório ou ao hospital. Além disso, é possível que o médico mantenha um controle mais rígido sobre os tratamentos passados, visto que ele poderá visualizar as informações necessárias a qualquer instante, bastando apenas acessar o prontuário eletrônico de cada paciente.

O executivo conclui citando a importância dos processos de Big Data e analytics para que essas tendências realmente tornem-se realidade. “Utilizar dados para chegar a causa raiz da doença é o principal avanço que podemos ter para tentar prevenir doenças”, finaliza.

Internet das coisas promete revolucionar tratamentos médicos

Fonte: saudebusiness365.com.br

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