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14 Mar, 2017

Mês da Mulher: Não basta querer, tem que ter coragem! Por Dra. Ana Elisa A.C de Siqueira

O Depoimento de hoje apresenta uma mulher de muita vontade e coragem de inovar em um setor cujas mudanças caminham a passos largos e demandam muito tempo, dedicação e compreensão dos pares. Conheçam um pouco da linda história de coragem da Dra. Ana Elisa A. C. de Siqueira, Presidente da ASAP (Aliança para a Saúde Populacional) e CEO do Grupo Hospitalar Santa Celina.

Não basta querer, tem que ter coragem!
Por Dra. Ana Elisa A.C de Siqueira

Desde criança sempre quis ser médica. Com 23 anos me formei pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Fiz oftalmologia e mestrado na área de UBM (ultrassom de câmara anterior), me tornei “ultra especialista” e quando terminei, senti que a medicina havia se resumido ao globo ocular.

Movida à superação e com vontade do novo, parti para área de gestão. Inicialmente foquei em processos e qualidade, percebendo que poderia ser agente de mudança de várias instituições, buscando inovação, eficácia e eficiência, através de modelos de certificação em saúde, nacionais e internacionais. Em dois anos certifiquei mais de 20 instituições e em conjunto com a certificadora que trouxe o modelo Canadense de Acreditação (CCHSA) para o Brasil e implantei o modelo, como projeto piloto, em 4 hospitais.

Sempre fui inquieta, resolvi empreender. Estudando modelos de saúde pelo mundo todo, aliei meu conhecimento técnico, de gestão, processos e estratégia na construção de um modelo de saúde que seria inovador, lógico, sustentável e com resultados financeiros e assistenciais tangíveis. Nasceu o Grupo Santa Celina, fruto da união de duas empresas, uma de home care (Hospitalar Santa Celina) e outra de promoção de saúde e prevenção de doenças (Semeando Saúde), o objetivo era integrar as duas e criar uma organização do sistema onde a coordenação de cuidado pré e pós hospitalar fossem alinhados aos cuidados “intra”- hospitalares e a gestão de saúde se sobrepusesse ao cuidado com a doença.

A gestão de linhas de cuidado criou um ciclo virtuoso, capaz de mensurar desfechos clínicos e remunerar a saúde pela entrega de resultados e não pelo volume. Hoje trabalhamos com foco na atenção primária (organização de porta de entrada do usuário no sistema de saúde, rede de médicos, programas de promoção de saúde e prevenção de doenças), apoio à atenção terciária (transição de cuidado, reabilitação, atenção e internação domiciliar) e gestão de dados e informação, com software único e capital humano especializado.

A capacidade de inovar e empreender um novo modelo de gestão de saúde para manutenção da sustentabilidade do nosso negócio e do segmento foram subsidiados: pelo apoio que recebi do meu sócio (médico, gestor e pai), pela coragem de fomentar um novo mercado e pela compreensão da minha família (marido e filhas) em me ter distante mais de 12 horas por dia.

Para trilhar este caminho e chegar até aqui, sempre trabalhei com: estratégia, planejamento, trabalho em equipe e superação, mas tenho certeza que sem coragem e o querer profundo, não teria conseguido.

  • 14 Mar, 2017
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